Cidades Inteligentes, Cidade de Todos
- Tabahyba

- 9 de mar. de 2023
- 2 min de leitura
Atualizado: 10 de mar. de 2023
De acordo com a consultoria McKinsey Global Institute analysis, os indicadores de uma Cidade Inteligente são aqueles relativos basicamente às áreas de: economia de tempo das pessoas (time and convenience); segurança (safety); custo de vida (cost of living); empregos (jobs); conexão social e cidadania (social connectedness and civic participation); qualidade do meio-ambiente (environmental quality) e saúde (health).
E ainda segundo Paul Collier, professor de economia de Oxford, esse novo modelo de Cidade Inteligente é essencial ética e financeiramente. Nós falaremos hoje da dimensão ética de todo esse processo, tantas vezes deixadas em segundo plano nas análises, dando ênfase à conexão social e cidadania como uma importante ferramenta para uma nova e melhor maneira de viver no mundo.
A diminuição da pobreza é uma questão de ética; falar em aumento dos índices de desenvolvimento humano é falar de ética. Tudo isso, é claro, interligado com as questões climáticas em que todos estamos imersos. Não é possível que a tecnologia seja uma ferramenta a mais para o individualismo.
Olhar tais aspectos atuais e urgentes da vida humana sob o ponto de vista da ideologia não nos ajudou em nada. Aliás, apenas serviu para disseminar ódio, intolerância e dividir a sociedade que deveria, ao invés disso, se unir diante de temas inadiáveis que são relativos a cada um de nós. É a própria vida no planeta, em última análise, que corre grande perigo.
Retornando à consultoria Mckinsey, ela diz que uma “cultura empreendedora, a inovação e a parceria com empresas são essenciais para que as cidades inteligentes se tornem realidade.”
Pois bem, a Tabahyba acredita no papel ético das empresas e o potencial delas em atingir as metas socioambientais da Agenda 2030.
E assim viveremos finalmente numa Cidade Inteligente, ética, em suma, “uma Casa de Todos”.
